HBSIS
Para driblar a falta de especialistas, HBSIS cria Academia de Programadores Cobol e C#

A expansão da infraestrutura das empresas no setor de tecnologia e a iniciativa de instituições públicas e privadas para obter soluções em TI, são apenas alguns dos fatores que levaram o segmento a enfrentar um déficit de mão de obra qualificada. O cenário faz parte dos dados revelados pela pesquisa da consultoria IDC. Ela apontou que, em toda a América Latina, até 2015, a procura vai superar a mão de obra em 27%. Só no Brasil, faltarão 117 mil profissionais.

Para driblar a situação, a HBSIS criou no segundo semestre deste ano a Academia de Programadores. O projeto visa formar profissionais capacitados, principalmente, nas linguagens Cobol e C#. A primeira turma, que passou por um treinamento de doze semanas sobre a linguagem Cobol, já está atuando em diversos setores da empresa, que opera em todo o país e conta com clientes como a cervejaria Ambev. Já a segunda turma, focada na linguagem C#, se forma na próxima semana (19).

“Temos dificuldade em contratar profissionais com experiência em programação. A maioria deles já conta com uma carreira sólida e não pretende mudar de empresa. Por isso resolvemos buscar uma solução proativa. Criamos a Academia de Programadores, que complementa a formação dos estagiários que ingressam na empresa através do programa Entra 21, do Polo Tecnológico de Informação e Comunicação da Região de Blumenau (Blusoft)”, explica Carmen Cristina Ittner, gerente de Patrimônio Humano.

Oportunidade de (re)começo
Sérgio Carrasco, 56 anos atuou na área de tecnologia por 23 anos. Se afastou do setor e em 2013 viu a oportunidade de voltar a atuar como programador Cobol. “Fiz minha inscrição sem muitas expectativas por causa da minha idade. Mas após ter sido escolhido pelos entrevistadores vi uma oportunidade de retornar à minha área de formação”, salienta.

Sobre a iniciativa da HBSIS, de proporcionar formação a quem está ingressando ou retornando ao mercado, avalia: “uma oportunidade única de ingressar em uma empresa de tecnologia sem ter ao menos concluído um curso técnico ou superior. Para mim, esse aperfeiçoamento foi a porta de reentrada no mercado de trabalho”.

Já a analista Deise Rech (26) atua no segmento há apenas quatro meses. “Escolhi este setor porque percebi que havia falta de mão de obra e achei que, por isso, poderia haver um lugar para mim. Outro fator importante foi a possibilidade de formação gratuita, já que os cursos nesta área tem um custo relativamente alto”, explica.

“Busquei este aperfeiçoamento porque não tinha nenhum conhecimento relacionado à programação, mas sempre tive muito interesse pela tecnologia e acreditei que me identificaria com esta área. A iniciativa da empresa foi extremamente positiva. Cada companhia tem suas particularidades e na Academia de Programadores aprendemos o conhecimento específico relacionado à programação dentro da HBSIS, além de reforçar o que já havíamos aprendido anteriormente”, conclui.

Após a participação no Geração Tec e na Academia de Programadores, os estagiários são alocados nas equipes dos projetos em programação Cobol, sendo avaliados pelo domínio técnico e pelas competências comportamentais desenvolvidas.

Fonte: Melz | Assessoria de imprensa - HBSIS Soluções em Tecnologia